domingo, 22 de maio de 2011

Você não me sentia ao seu lado,
por mais que eu estivesse.

Eu sentia você ao meu lado – e agora vejo que não estava.

Dois sentimentos mentirosos.
O silêncio.
E o fim.


Então,
deixa eu explicar uma coisinha pra você:

O que você fala,
não tem que fazer sentido,
tem que fazer sentir, e pra fazer sentir
tem que passar
pelo território sagrado profano que é o meu coração
e nele deixar sua marca sua promessa o seu coração

para só então,
os sentidos e o sentir virarem uma coisa só:
uma coisa tipo, sei lá, amor.

veio e foi! ;/

Eu quis, secretamente, que ele não viesse.
Quis ficar em silêncio só com os meus sons.
Não quis escutar mais nada além de mim,
E nem ter que espalhar as minhas palavras pelos ouvidos dele.
Mas ele veio.
Ele veio e trouxe milhares de barulhos, cheiros e caras,
dessas que ele faz pra tentar me seduzir.
Eu tive de dividir os meus sons com os dele.
Os meus cheiros com os dele.
Os meus pés também.
E tive que fazer aquelas caras que eu faço
quando o resto do mundo não me interessa mais.
A gente riu: eu dele e ele de mim.


E então eu quis, secretamente, que os pés dele
nunca mais andassem para longe dos meus.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

a vida é curta, e eu curto ;]

O jeito é curtir nossas escolhas e abandoná-las quando for preciso, mexer e remexer na nossa trajetória, alegrar-se e sofrer, acreditar e descrer, que lá adiante tudo se justificará, tudo dará certo.

Cainho fala por mim quando me faltam palavras! ;]

Amanhã, depois, acontece de novo, não fecho nada, não fechamos nada, continuamos vivos e atrás da felicidade, a próxima vez vai ser ainda quem sabe mais celestial que desta, mais infernal também, pode ser, deixa pintar. Se tiver aprendido lições (amor é pedagógico?), até aproveito e não faço tanta besteira. Mas acho que amor não é cursinho pré-vestibular. Ninguém encontra seu nome no listão dos aprovados. A gente só fica assim. Parado olhando a medida do Bonfim no pulso esquerdo, lado do coração e pensando, pois é, vejam só, não me valeu.

e.m.i.c.i.d.a

Grita igual buzina em dia nervosona,
Santa sem batina, ganha tranquilona.
Hipnotiza a retina, flash figurona,
Estrela maior do show, se precisar machona.
Fria igual neblina, leve e fanfarrona,
Brilha igual platina, prima, sabichona,
Ave de rapina e musa pras telona,
No ritmo latina e lá vai corona.
Ela é paz pra palestina, fé pra babilônia,
Respeito, disciplina, boba e brincalhona,
Estriquinina a tpm, vira felizona,
Ela abre o circo, ela recolhe a lona.
Diz que tá gelatina e malha pegadona,
Vira destaque da piscina, satisfeita a mona,
Mesalina, corajosa, do lar e chorona,
Faz tudo quando quer, eita mulher durona.

terça-feira, 17 de maio de 2011

;/




Opte por aquilo que faz o seu coração vibrar....
Apesar de todas as conseqüências.

Osho